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Estamos devidamente habilitados para realizar transporte funerário intermunicipal, nacional ou traslado internacional, permitindo o atendimento funeral em qualquer estado da federação, bem como os paises que possuam conexão aérea com o Brasil. Todos os atendentes são capacitados para solucionar qualquer questão necessária, concentrando esforços para desempenhar seu trabalho com serenidade, dedicação e responsabilidade, dando assistência adequada às famílias enlutadas.Fique Por Dentro

Aqui você poderá obter mais informações e esclarecimentos sobre serviços funerários, seguros e assistência funeral, entre outros procedimentos. Veja as principais dúvidas:

  1. Funerária
  2. Funeral
  3. O que é um Plano de Assistência Funeral?
  4. O porquê de adquirir o Plano da Santa Casa Rio de Janeiro?
  5. O que fazer em caso de Morte?
  6. Diferença entre Declaração e Certidão de Óbito
  7. Cremação
  8. Embalsamento e Tanatopraxia
  9. Exumação
  10. Pensão por Morte
  11. Seguro DPVAT
  12. Traslado de Corpos – Nacional e Internacional

Funerária
É uma empresa que trabalha com as questões ligadas à morte: venda de urnas, cremação, ornamentação de flores, transporte em carro fúnebre até o cemitério e traslados para outras localidades, locação de paramentos para o velório – tais como anteparos para o apoio da urna, artefatos religiosos, etc.
A sua clientela são pessoas que pagam planos funerários, empresas, sindicatos, instituições e conveniados. Necessidade principal do cliente é ter um bom atendimento e, que a empresa ofereça produtos com boa qualidade e com preços acessíveis.
Funeral
É a cerimônia, religiosa ou não, tradicionalmente adotada para a despedida de um ente querido logo após sua morte. Terminado o funeral, a urna com o corpo é sepultado ou cremado.
O que é um Plano de Assistência Funeral?
O plano Assistência Funeral garante todo serviço funerário, oferecendo tranqüilidade no momento mais difícil da vida do ser humano que é a partida de alguém que se ama. Além da Assistência Funeral, que incluem serviços como remoção, traslado, velório e ornamentação, urna, capela, coroa de flores, locação de Sepultura, folha de presença, despachante e uma Atendente Social para dar todo aos familiares.
O porquê de adquirir o Plano da Santa Casa Rio de Janeiro?
Com mais de duas décadas no mercado a Santa Casa Rio de Janeiro oferece funerais de qualidade e garantindo o melhor atendimento e menor preço.
Este tipo de plano possibilita aos clientes planejarem antecipadamente os arranjos e custeios de um funeral, evitando constrangimentos, decisões desacertadas no momento difícil ou ainda, desequilíbrios financeiros da família sem que precise recorrer a instituições financeiras, parentes ou amigos.
O que fazer em caso de Morte?
Em caso de morte, o responsável deverá procurar uma funerária de sua confiança, com os documentos pessoais do falecido (RG, CPF, Certidão de Nascimento ou Casamento, etc.). É importante verificar se o falecido possui um Plano de Assistência Funeral.

Morte Natural

Na residência:

Se o falecido tem assistência médica, a família deverá procurar o médico para assinar a declaração de óbito.

No hospital:

A família deverá procurar o Serviço Social do hospital para receber a declaração de óbito.

Morte Violenta

É considerada morte violenta qualquer tipo de acidente de trânsito, homicídio, suicídio, queda, afogamento, incêndio, explosões, atropelamento por trem, etc. Nestes casos só quem pode assinar a declaração de óbito são os médicos do IML (Instituto Médico Legal);
Se a vítima for encaminhada para qualquer hospital e chegar a falecer, o médico do hospital não poderá assinar a declaração de óbito e fará um encaminhamento para o IML (Instituto Médico Legal);
De posse deste documento fornecido na delegacia, um familiar com grau de parentesco o mais próximo possível terá que ter em mãos a Certidão de Nascimento ou Certidão de Casamento, a identidade do falecido, sua identidade e o encaminhamento do hospital. Esse documentos deverão ser entregue ao IML, onde a família deverá solicitar a remoção do cadáver para realização a autópsia;
Se a vítima falecer no local do acidente ou no hospital, só o IML  poderá fazer o translado do local do falecimento para as dependências deste órgão;
O IML do Estado do Rio de Janeiro funciona todos os dias em qualquer horário, para recebimento de corpos é das 9:00 hs às 20:00 hs para liberação de corpos.

Documentos para o Registro de Óbito (original e cópia)

Declaração de Óbito;
Certidão de Nascimento (se solteiro);
Certidão de Casamento (se casado);
Certidão de Casamento e Certidão de Óbito do Cônjuge (se viúvo);
Certidão de Casamento com averbação (se divorciado ou separado judicialmente);
Carteira de Identidade;
CPF;
Título de eleitor ou comprovante de votação ou certidão do TRE;
Número do benefício e número da Espécie (se aposentado ou pensionista do INSS).

OBS: Existe a possibilidade de alguns cartórios exigirem a apresentação de outros documentos como Carteira Profissional, PIS/PASEP, e etc.

Diferença entre Declaração e Certidão de Óbito
Declaração de Óbito

Chamada erroneamente de atestado de óbito, a Declaração de Óbito é um documento emitido pelo Ministério da Saúde em três vias e deve ser preenchida preferencialmente pelo médico que deu assistência ao falecido, e são encontradas nos hospitais, IML (Instituto Médico Legal). Nesta declaração não poderá haver nenhuma rasura, sob pena dos cartórios não aceitarem para o registro.
Certidão de Óbito

Também chamada erroneamente de atestado de óbito, a Certidão de Óbito é emitida exclusivamente pelos cartórios, depois que a família apresenta a 2ª via da declaração de óbito, além dos demais documentos exigidos:

Certidão de Nascimento (se solteiro);
Certidão de Casamento (se casado);
Certidão de Casamento e Certidão de Óbito do cônjuge (se viúvo);
Certidão de Casamento com averbação (se divorciado ou separado judicialmente);
Carteira de Identidade;
CPF;
Título de eleitor ou comprovante de votação ou certidão do TRE;
Número do benefício e número da Espécie (se aposentado ou pensionista do INSS).
Cremação
A cremação é um procedimento bastante antigo, tendo suas origens no Oriente. Hoje, em diversos países desenvolvidos, tornou-se o processo de maior aceitação como alternativa ao tradicional sistema de sepultamento.
A cremação é o processo de queima de um corpo, em alta temperatura, reduzindo-o a cinzas. É realizada através de um equipamento de alta tecnologia, projetado exclusivamente para este fim. O ritual da cremação é muito semelhante ao do sepultamento. É exigido o prazo de 24 horas antes da cremação, para a realização das tradicionais homenagens fúnebres.
O forno crematório atinge uma temperatura de até 1200 graus Celsius, sem qualquer prejuízo para o meio ambiente. É um processo simples, que dura até duas horas. As cinzas são acondicionadas em urna padrão, ou outra escolhida previamente pela família, dentre várias opções, como madeira, mármore, granito ou porcelana. Os restos podem ser levados para casa ou ainda podem ser espalhados em locais específicos, sendo a decisão a critério da família.
Para o processo de cremação, é necessário providenciar a documentação de acordo com a Legislação em vigor (Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973, com as corrigendas da Lei nº 6.216, de 30 de junho de 1975).

Documentos exigidos para Cremação

Certidão de Óbito;
Guia de translado da Polícia Civil, caso a cremação venha a ser realizada fora do Estado.
No caso de morte natural, a declaração de óbito terá que ser assinada por dois médicos;
No caso de morte violenta, um médico legista, e mais uma autorização emitida pela autoridade judiciária (Alvará Judicial). No ato da entrega do cadáver ao crematório, terá que ter a presença de dois familiares com grau de parentesco o mais próximo possível: pai, mãe, irmão(a), filho(a) de maior, esposo(a) para assinar a autorização para a cremação;

No caso de estrangeiro, além de todos os procedimentos acima, se faz necessário a liberação do Consulado ou Embaixada do País de origem.
Embalsamento e Tanatopraxia
Por motivos práticos e teológicos, a preservação do cadáver é preocupação presente em quase todas as civilizações.

Embalsamar é a arte de preservar um corpo por um longo período para velórios com mais de 24 horas de duração. Embalsamamento é o nome dado ao tratamento de um corpo morto para esterilizá-lo ou protegê-lo da decomposição. Sua técnica, originada dos egípcios, utiliza a retirada de órgãos e a inserção de fluídos embalsamadores. É obrigatório para viagens aéreas nacionais e internacionais.

Etimologicamente Tanato, do grego “Thánatos”, significa morte, na mitologia grega representa o Deus da Morte e praxe, do grego “práxis”, representa o que se pratica habitualmente, a “ação”, a rotina. O conjunto, tanatopraxia, no que diz respeito a origem da palavra, significa “o que se faz habitualmente diante da morte”, isto é, quais as providências que se deve tomar frente ao fato ocorrido. Há muitos anos já se pratica a tanatopraxia em outros países, que nada mais é do que a denominação empregada para a técnica de preparação de corpos humanos, vitimados das mais variadas formas de óbito. Corresponde a aplicação de produtos químicos em corpos falecidos, visando a sua desinfecção e o retardamento do processo biológico de decomposição, permitindo a apresentação dos mesmos em melhores condições para o velório. Diferente do embalsamamento, essa técnica não utiliza formol ou realiza a retirada de qualquer órgão.

Seu princípio está na aplicação de um líquido conservante e desinfetante, que devolve a aparência natural do corpo, evitando extravasamento de líquidos, inchaço e garantindo um aspecto semelhante ao que apresentava em vida. Tem por objetivo, ainda, evitar a propagação de moléstias contagiosas e doenças para a comunidade, visto que com essa preparação o corpo recebe um tratamento especial com substâncias germicidas.

As diferenças fundamentais existentes entre Embalsamamento e Tanatopraxia são de: (1) ausência de evisceração (as vísceras são mantidas nas próprias cavidades), (2) metodologia (utilização de equipamentos modernos apropriados para injeção e aspiração) e (3) diferentes produtos químicos (testados cientificamente) empregados neste último processo.

Através da tanatopraxia, é possível realizar a restauração facial e do corpo em caso de acidente; permitir que a família possa permanecer mais tempo no velório; ou mesmo para que o corpo possa ser transportado a grandes distâncias para o enterro, bem como para cumprir com as determinações legais para o traslado.

O importante benefício social com a aplicação desta metodologia pode ser observado entre os tempos onde não se praticava a tanatopraxia e os dias de hoje. Na grande maioria das vezes, pode-se atender às necessidades dos familiares, como a preservação por um tempo mais prolongado de velório, em condições ambientais normais, sem a necessidade de um sistema de refrigeração.

O tempo mínimo para a preparação de um corpo com “causas mortis” natural varia de 60 a 90 minutos, dependendo de fatores intrínsecos e extrínsecos que acometeram o corpo, ou seja: aonde, como e quando aconteceu o óbito. Estas e outras variáveis existentes determinam o tempo de preparação, que pode se estender a aproximadamente 4 (quatro) horas para o completo processo de preservação corporal.

Amplamente difundida em todo Brasil, um exemplo recente da tanatopraxia foi realizada no corpo do Papa João Paulo II, permitindo que as homenagens ao pontífice pudessem ser realizadas por um longo período, conforme programado para essas ocasiões.

A Tanatopraxia, realizada em ambiente equipado apropriadamente (TANATÓRIO), é desenvolvida por técnicos habilitados e especialmente treinados (TANATOPRAXISTA). Para estar apto a desenvolver essa função, o profissional necessita de um curso técnico avançado, com aulas teóricas e práticas.

Níveis de Tanatopraxia*

Nível 1: recomendada para corpos que serão velados por até 12 horas;

Nível 2: recomendada para corpos que serão velados por até 24 horas e traslados intermunicipais;

Nível 3: recomendada para corpos necropsiados (IML) e para traslados interestaduais.
Exumação
O ato de exumar é a retirada dos restos mortais humanos da sepultura, que pode acontecer por:

Determinação judicial – para casos de teste de paternidade, através do exame de DNA e investigações policiais que necessitem de novo laudo médico. Nestes casos, a exumação pode ser realizada em qualquer período, desde que esteja acompanhada pelas autoridades relacionadas ao caso em questão.

Fins administrativos – para reaproveitamento do espaço do jazigo, permitindo uma nova ocupação na sepultura. Esse procedimento possibilita maior disponibilidade de gavetas nos jazigos, onde, a cada novo sepultamento, a família pode solicitar ao cemitério a exumação da pessoa sepultada anteriormente, preservando os restos mortais em uma urna menor e, dessa forma, cedendo espaço para um novo sepultamento no mesmo jazigo.

Liberação do jazigo – quando os restos mortais são desenterrados para que haja a mudança de um cemitério para outro (traslado). Nesta situação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária permite que os procedimentos sejam realizados em um período mínimo de três anos, contados a partir da data do falecimento. Existem alguns casos, onde, mesmo dentro deste prazo, não é possível realizar a exumação, pois dependem de certos fatores, como causa da morte, tipo de sepultura, tratamentos médicos pré-falecimento, entre outros.
Pensão por Morte
Pensão por morte é um dos 11 benefícios concedidos pelo Ministério da Previdência e Assistência Social. Têm direito a ele os dependentes do segurado que falecer, inclusive por acidente de trabalho. A Previdência Social não exige carência (tempo mínimo de contribuição), entretanto, o óbito deve ter ocorrido enquanto o empregado ou o trabalhador avulso estivesse preenchendo os requisitos de segurado. Além disso, é necessário que o dependente comprove essa condição na data do óbito.

Os dependentes do segurado da Previdência que vier a falecer podem solicitar a pensão por morte pela Internet. Por meio do serviço, o dependente pode se cadastrar, requerer a pensão e escolher a Agência da Previdência Social para a qual deve ser encaminhada a Certidão de Óbito e os demais documentos necessários para a liberação do benefício. O serviço tem a finalidade de tornar mais rápida a concessão da pensão, facilitando os procedimentos para requerê-la. Quase 76 mil pessoas já solicitaram a pensão por morte pela Internet até hoje. O requerimento por meio eletrônico deve ser efetuado em um período de até 12 meses da data do óbito.

Os dependentes podem ser de dois tipos: ”preferênciais” e ”demais dependentes”. A Previdência considera preferenciais o cônjuge, o(a) companheiro(a), homossexual ou não; e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido. Os dependentes preferenciais não precisam comprovar a dependência econômica. Em contrapartida, o companheira(o), homossexual ou não, deve comprovar a união estável.

Os ”demais dependentes” são divididos em duas classes. Na primeira delas, estão incluídos os pais; e na segunda, o irmão, não emancipado, de qualquer condição, menor de 21 anos ou inválido. É exigida deles a comprovação de dependência econômica, além da inexistência de dependentes preferenciais para que possam receber a pensão por morte.
Seguro DPVAT
O DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) é um seguro que indeniza vítimas de acidentes causados por veículos que têm motor próprio (automotores) e circulam por terra ou por asfalto (vias terrestres). A obrigatoriedade do pagamento garante às vítimas de acidentes com veículos o recebimento de indenizações, ainda que os responsáveis pelos acidentes não arquem com essa responsabilidade.

O Seguro Obrigatório DPVAT foi criado pela Lei 6.194, de 19.12.1974, com o objetivo de garantir às vítimas de acidentes causados por veículos, ou por suas cargas, indenizações em caso de morte e invalidez permanente, e o reembolso de despesas médicas. As indenizações do DPVAT são pagas independentemente de apuração de culpa, da identificação do veículo ou de outras apurações, desde que haja vítimas, transportadas ou não. O Seguro determina que todos os veículos automotores de via terrestre, sem exceção, paguem o DPVAT.

O atendimento às vítimas e beneficiários é feito por extensa rede distribuída em todo o território nacional. Ao interessado, basta escolher uma das seguradoras consorciadas e apresentar a documentação necessária. Complementando essa estrutura de atendimento, a Seguradora Líder disponibiliza a Central de Atendimento DPVAT (0800-221204), que atende gratuitamente ligações de todo o Brasil, de 2a. a 6a. feira, no horário de 8h às 20h, e, aos sábados, de 9h às 15h. Além disso, coloca à disposição do público um endereço eletrônico para contato, através deste site.

O Seguro DPVAT, a partir de janeiro de 2008, passou a ser administrado pela Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, criada em atendimento ao estabelecido pela Resolução 154/06 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). A Seguradora Líder DPVAT integra os Consórcios do Seguro DPVAT e tem a missão de administrar e representar o grupo de seguradoras que operam esta modalidade de seguro, tendo como principal objetivo facilitar o acesso da população ao Seguro DPVAT, adotando na gestão de seus recursos os mais modernos mecanismos de governança corporativa e as mais atuais técnicas administrativas do mercado segurador.

O Seguro DPVAT oferece três coberturas:

Morte decorrente de acidente envolvendo veículos automotores de via terrestre ou cargas transportadas por esses veículos;

Invalidez permanente total ou parcial decorrente de acidente envolvendo veículos automotores de via terrestre ou cargas transportadas por esses veículos. O valor da indenização é calculado com base no percentual de invalidez permanente enquadrado na tabela de Normas de Acidentes Pessoais. Para esse efeito, leva-se em consideração o laudo médico emitido ao fim do tratamento e, conforme a necessidade, o laudo pericial;

Despesas de assistência médica e suplementares (DAMS) decorrentes de tratamento realizado, sob orientação médica, por motivo de acidente envolvendo veículos automotores de via terrestre ou por cargas transportadas por esses veículos. A cobertura de DAMS prevê o reembolso de despesas devidamente comprovadas.

Obs: É importante que a família do falecido esteja em alerta a ação de terceiros, que oferecem a realização do funeral a partir do Seguro DPVAT, porém cobrando valores indevidos e causando prejuízos futuros.
Traslado de Corpos – Nacional e Internacional
Nacional
Para Traslados Nacionais, se faz necessário providenciar a seguinte documentação abaixo:

RG (do falecido);
Certidão de Óbito;
Guia da Polícia Civil;
Guia de Traslado da Polícia Federal;
Termo de embalsamento;
Documento da Vigilância Sanitária.

Internacional
Para Traslados Internacionais, é necessário providenciar a documentação junto ao:

Consulado;
Policia Federal;
Vigilância Sanitária;
Policia Civil;
Companhia Aérea.

Obs: Para os Consulados Italiano e Holandês, se faz necessário o atestado de doença não infecto-contagiosa.

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